sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Review: Red Hot Chili Peppers live @ Cologne, Germany - 30/08/2011

Red Hot Chili Peppers live @ Cologne, Germany, foi um show realizado pela banda para promover o lançamento do álbum I'm With You no ano de 2011. O show foi transmitido ao vivo em diversos países, inclusive para o Brasil.

Segue abaixo a publicação sobre o show aqui no blog, feito em agosto de 2011:


A banda fará um show na Alemanha logo mais, que será transmitido ao vivo em diversos cinemas pelo mundo. O show faz parte da turnê "I'm with you".

De acordo com o site oficial da banda, os Peppers tocarão o novo álbum inteiro em sequência. Fora algumas músicas mais conhecidas. Confira o anúncio:

No dia 30 de agosto, mesmo dia que "I'm With You" será vendido nas lojas Norte Americanas, o Red Hot Chili Peppers fará uma performance do álbum inteiro em sequência, seguido por algumas das suas músicas favoritas do RHCP em um evento cinematográfico especial em alta definição, Red Hot Chili Peppers Live: I’m With You. A banda irá tocar em Cologne, Alemanha ao vivo via satélite para algumas salas de cinema pelo mundo.

Red Hot Chili Peppers - "Live I'm With You" No cinema - Trailer Oficial



Set list do show:

1. Monarchy of Roses
2. Factory of Faith
3. Brendan's Death Song
4. Ethiopia
5. Annie Wants a Baby
6. Look Around
7. Frankenstein (Edgar Wiliams cover)
8. The Adventures Of Rain Dance Maggie
9. Jam
10. Did I Let You Know (with Michael Bulger on trumpet)
11. Goodbye Hooray
12. Happiness Loves Company (Flea on piano and Josh on bass)
13. Police Station (Michael Bulger on piano)
14. Meet Me At The Corner
15. Dance Dance Dance
16. Me And My Friends
17. Did I Let You Know (Michael Bulger on trumpet)
18. 18.Give It Away

Vídeo completo:

Red Hot Chili Peppers live @ Cologne, Germany - 30/08/2011

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

07 anos de lançamento do álbum "I'm With You"

Hoje, 30 de agosto de 2017, completa 07 anos de lançamento do álbum "I'm With You" no Brasil.

I'm with You é o décimo álbum de estúdio do Red Hot Chili Peppers, que foi lançado pela Warner Bros. Records no dia 26 de agosto de 2011 em vários países da Europa, 29 de agosto nos EUA, um dia antes do planejado inicialmente. No Brasil, foi lançado no dia 30 de agosto de 2011.

I'm with You é o sucessor do Stadium Arcadium (2006) e é, também, o primeiro lançamento da banda com o novo guitarrista, Josh Klinghoffer, que substitui John Frusciante desde 2010. O álbum possui quatro singles oficiais: The Adventures of Rain Dance Maggie, Monarchy of Roses, Look Around e Brendan's Death Song; e possui um single lançado exclusivamente no Brasil para a música Did I Let You Know.
Em relação ao álbum, o vocalista Anthony Kiedis disse, "não há dúvida - este é um começo," com o baterista Chad Smith afirmando, "esta é uma nova banda. Mesmo nome, mas é uma nova banda." Flea disse "é como um renascimento muito ... significativo e rejuvenescedor para nós."

Gravação e produção
O álbum foi produzido por Rick Rubin, no Cello Studios, em Los Angeles, o mesmo estúdio em que a banda gravou Californication, e no EastWest Studios and Shangri La. As gravações do álbum ocorreram de setembro de 2010 a março de 2011.

Escrita e composição
De acordo com o baterista Chad Smith, a banda "compôs um monte de músicas" em 10 meses, de 12 de outubro de 2009 a agosto de 2010. Flea disse que a banda escreveu cerca de 60 canções para o novo álbum e levou cerca de nove meses antes de entrar no estúdio com Rick Rubin.

Após a saída do guitarrista John Frusciante e a chegada de Josh Klinghoffer, o vocalista Anthony Kiedis disse antes do lançamento do álbum, que "Será sempre uma mudança na química e no sentimento da música quando uma força criativa como John Frusciante sai. Ele foi algo único para o nosso som, mas agora eu acho que também é novo e excitante ter uma mente nova e incrível musical trabalhando conosco. Continuamos a ser a Red Hot Chili Peppers, mas também devemos nos adaptar e acolher novas oportunidades. Afinal, é assim que sobreviveu ao longo dos anos. "

O produtor Rick Rubin comentou sobre a chegada de Klinghoffer a banda, dizendo: Josh é fantástico. Ele tocou com John Frusciante por muitos, muitos anos e também excursionou com o Chili Peppers antes, por isso é em parte uma extensão da família. O estilo dele é muito parecido com John mas ele tem uma viagem diferente. Soa como um Red Hot Chili Peppers que você nunca ouviu antes". Flea observa: Josh é um músico muito sutil e não tanto com grande riff – Toca de uma forma mais sutil, sublime, poético. Estamos reagindo a ele, e nos faz tocar de forma diferente, por isso estamos indo por um caminho diferente, e é ótimo. Nós soando como o Red Hot Chili Peppers, mas é totalmente diferente.

Kiedis comentou sobre o processo de escrita em geral, acrescentando que "este álbum foi uma evolução. Antes, algumas de nossas improvisações eram um pouco imprecisas. Neste disco, um número razoável de músicas foram realmente pensadas e planejadas de uma maneira que nunca tinha feito antes. Isto é, com novos conhecimentos de Flea de teoria da música, nós exploramos o processo de escrita com um pouco mais de precisão." Durante o hiato da banda, Flea havia estudado aulas de teoria musical na Universidade do Sul da Califórnia, aprendendo a tocar piano. De acordo com Kiedis, as contribuições de Flea no piano no I'm with You acrescentou "toda uma nova dinâmica" ao som da banda. De acordo com Flea, Klinghoffer também compôs canções no piano para o disco.

A primeira música escrita para o álbum foi "Brendan's Death Song", que fala sobre Brendan Mullen, dono de um clube de punk rock em Los Angeles. Em 1983, Flea Kiedis fizeram uma fita demo. Eles foram ao clube no meio do dia e encontraram Brendan. Ele ouviu a fita enquanto os dois dançávam ao redor dele para transmitir a energia que tínhamos e que queríamos mostrar. Brendan ofereceu que abrissem o show dos Bad Brains. Além disso Mullen estava trabalhando com Blackie Dammett na biografia The Red Hot Chili Peppers: An Oral/Visual History, quando ele morreu de repente, depois de sofrer um derrame em 2009 e foi incapaz de concluir os trabalhos sobre o livro, que foi concluido por sua companheira Kateri Butler e o designer e músico John Curry. Sobre a composição, Anthony falou: “Coincidiu de Brendan ter morrido bem no dia que teríamos o primeiro ensaio com Josh Klinghoffer. Eu estava dirigindo de casa em direção as montanhas de Santa Monica quando recebi uma mensagem dizendo que Brendan tinha morrido de um acidente vascular cerebral bem no dia de seu aniversário. Quando cheguei ao ensaio, falei para o pessoal da banda que tínhamos acabado de perder esta pessoa maravilhosa. E então começamos a tocar sem falar nada. Provavelmente, depois de eu ter dado a notícia, a segunda coisa que saiu daquela jam foi a base para a canção de Brendan’s Death Song”. 

"Annie Wants a Baby" foi escrita no mesmo dia de "Brendan's Death Song". A primeira do álbum e segundo single, "Monarchy of Roses" é a canção mais obscura e mistura funk e pop e relata algumas das etapas da vida de Kiedis, como ele foi expulso da banda, como foi apedrejado. Factory of Faith tem referências à “proezas esportivas”e faz referencia à recuperação de Anthony, aos 12 passos para aqueles que sofrem de dependência. "Ethiopia" "reflete a nova espiritualidade da banda. Em vez de drogas e álcool, temos meditação e injeções de ozônio, e não a heroína. Amor pelas crianças e familia. Respeito e esperança" .

Outras canções como "Did I Let You Know" descreve o compromisso social com o planeta, enquanto "Police Station" é lenta, emocional, que detalha a história da polícia de Los Angeles a partir da virada do século com seu abuso de poder, manifestações raciais e sobre a cultura hip hop. De acordo com Anthony, a última música escrita para o álbum foi "Even You Brutus". Ela foi escrita após a banda ter parado de escrever canções e já estavam no estúdio de gravação. Flea entrou e tocou uma música no piano e a banda sentiu que eles deveriam a transformar em uma canção. Anthony disse que Josh teve um grande papel na produção do álbum e sua voz era tão dominante como os outros três membros da banda. Josh disse que "Não houve realmente um período de adaptação. Isso é tocar música com pessoas que admiro e sou amigo há anos."

Videografia "I'm With You" 2011-2012


The Adventures of Rain Dance Maggie - 2011

Em 30 de julho de 2011, a banda subiu ao telhado de um edifício em Venice Beach, CA para filmar uma segunda versão do vídeo da música, com o diretor Marc Klasfeld. O clipe foi lançado no dia 17 de agosto de 2011.

Sobre o clipe, Klasfeld disse: "Anthony e eu estávamos assistindo o clipe 'Get Back' dos The Beatles, onde eles tocam em um telhado, e decidimos: 'Não vai ser legal fazermos algo assim? Gravamos na Califórnia, em uma hora mágica e fazemos algo icônico para uma banda icônica'".

O vídeo foi gravado em cima de um telhado sem uso de proteção: "Ficamos um pouco preocupados, porque não tinha nenhuma rede de proteção naquele telhado. Descobrimos o local de última hora, porque tinha uma vista incrível. Mas nas bordas, se você cair..você morre. Então ficamos um pouco preocupados, mas eles são profissionais. Eles já fizeram isso um milhão de vezes e eles sabem os limites de tudo que fazem. A ideia era ser algo simples e icônico. E nos mantemos fiel à isso, e os resultados vocês podem ver no vídeo".



Monarchy of Roses - 2011

Em 4 de outubro de 2011, a banda começou a filmar um videoclipe para Monarchy of Roses. O baterista Chad Smith postou uma foto de sua bateria na frente de uma tela verde, confirmando que as filmagens estava em andamento. Em 14 de novembro de 2011, o vídeo da música foi lançado através do site da banda, Facebook e canal oficial no YouTube. O vídeo foi dirigido por Marc Klasfeld, que anteriormente dirigiu o vídeo de "The Adventures of Rain Dance Maggie" e foi inspirado na obra de arte de Raymond Pettibon.

O vídeo simula uma história em quadrinhos. Nas cenas, os músicos interagem com os desenhos como personagens da animação. O clipe e o CD do single foram lançados em 14 de novembro de 2011.



Look Around - 2012

Em 5 de dezembro de 2011, Flea confirmou notícias sobre o vídeo e que o trabalho da banda no vídeo foi concluída. Ele postou em sua página no Twitter "Fizemos um vídeo para Look Around. estou muito animado com isso, foi a filmagem mais divertida de todas."

O videoclipe, que foi lançado no dia 25 de janeiro de 2012, é dirigido por Robert Hales e mostra os quatro integrantes da banda tocando em salas separadas, cada integrante decorou a sua sala com objetos pessoais que representam a personalidade de cada um. O clipe também conta com a presença do filho do vocalista Anthony Kiedis, a modelo Charlotte Free e conta também com atual namorada do Flea, Sandha Khin.


Did I Let You Know - 2012

Did I Let You Know foi lançada como um single promocional no Brasil em março de 2012, enquanto "Look Around" foi anunciado como o single que será lançado nos Estados Unidos e no resto do mundo. A música se tornou single por ter sido pedida a tocar em algumas rádios.

Para o clipe, foi criado um site onde fãs contaram segredos pra alguém, colaborando para o surgimento de outro segredo. Esse site, que usou como personagem a mosca presente na capa do I'm With You, recebeu muitos segredos e alguns deles foram revelados no clipe com a ajuda de um grupo de fãs que foram selecionados pelos produtores do vídeo. Na 2ª fase, e foi pedido para que fãs enviassem fotos com cartazes escrito algum segredo e algumas frases demonstrando seu amor e carinho pele Red Hot Chili Peppers. A direção do clipe é creditada a Daniel Ferro e Rogerio Fires e foi lançado em 12 de março de 2012 e teve apoio da Warner Music Brasil.

A MTV Brasil transmitiu o vídeo na segunda-feira, dia 19 de março de 2012 no programa Acesso MTV e entrevistou fãs que ajudaram a criá-lo.


Brendan's Death Song - 2012

O vídeo foi dirigido por Marc Klasfeld, que também dirigiu os vídeos de música para "The Adventures of Rain Dance Maggie" e "Monarchy of Roses". A banda gravou cenas para o vídeo em Nova Orleans em 21 de maio de 2012 e através do seu site, convidou os fãs a fazer parte do vídeo, enviando suas fotos e informações. Os selecionados fizeram parte do vídeo.

O principal conceito para o vídeo era em um estilo Funeral Jazz, que envolveu músicos tocando em uma banda de formação em todo o cortejo fúnebre. Na primeira parte do vídeo a banda do funeral toca como o Red Hot Chili Peppers ao longo de um caminhão. O ato final do vídeo mostra a banda tocando no McDonoghville Cemetery na Louisiana, onde se realizam um contexto de letras em chamas que se lê "Death Song". O vídeo fez sua estréia em 28 de junho de 2012, pela rollingstone.com.

A duração da música na versão em vídeo é editado em mais de 2 minutos (em comparação com a versão do álbum.) No entanto, o baterista Chad Smith confirmou na sua página no Twitter que seria lançado um vídeo com um tempo maior. Vejam os dois clipes da música:


Canal oficial do RHCP no YouTube: Youtube.com/user/RHCPtv
Agradecimentos: RHCP.com, Twitter.com/flea333, Latimesblog, MTV.com, Bbc.com, MTV.com.br

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Red Hot Chili Peppers - Making of "Breaking The Girl"

De acordo com o guitarrista John Frusciante: "Quando gravei 'Breaking the Girl' eu ouvia muito Led Zeppelin, especialmente a música 'Friends' e toquei com uma viola 12 cordas nela. Foi dessa musica que veio a idéia. E eu peguei os acordes do refrão do livro de Duke Ellington. Eu tentei aprender uma música que tinha no livro e usei três acordes dela, que tinha uns 50. Baseado nesses três acordes e mais algumas coisinhas, eu escrevi a música."

"Guitar Magazine" Alemanha - 2002

Siga a John Frusciante effects:

O vídeo a seguir foi retirado do documentário "Funk Monks" ao qual mostra o processo de gravação do álbum "Blood Sugar Sex Magik" no ano de 1991.


Red Hot Chili Peppers - Making of Breaking The Girl

  

John Frusciante & Josh Klinghoffer - A Sphere In The Heart Of Silence (2004)


Álbum: A Sphere In The Heart Of Silence
Gravadora: Record Collection
Data de lançamento: 23 de novembro de 2004
Gênero: Rock experimental; eletrônica
Produtor: John Frusciante e Josh Klinghoffer

Faixas:
01 - Sphere
02 - The Afterglow
03 - Walls
04 - Communique
05 - At Your Enemies
06 - Surrogate People
07 - My Life

Descrição do Álbum:
A Sphere In The Heart Of Silence é o nono álbum de Frusciante, composto com a colaboração de seu amigo Josh Klinghoffer. Ambos consitituem os vocais: Frusciante é primeira voz emThe AfterglowWalls e My Life; Klinghoffer é primeira voz em Communique e At Your Enemies. Já em Surrogate People dividem a liderança vocal.

Curiosidades:
- No fim de My Life pode-se ouvir John levantando, saindo do estudio e fechando a porta.
Sphere teve que ser encurtada em cerca de dois terços, porque a versão original tinha em torno de trinta minutos.
- E esse álbum só aconteceu mais mesmo, porque o John tinha como intuinto fazer Performances ao vivo na "Knitting Factory". 

Autobiografia do Álbum:
A Sphere In The Heart Of Silence é uma gravação de música eletrônica feito por Josh Klinghoffer e eu. Depois de alguns meses fazendo músicas cruas e/ou minimizando nós decidimos voltar a fazer músicas com mais camadas, músicas eletrônicas ricas em texturas. Foi registrado como se estivesse em 1970, mas com modernos instrumentos eletrônicos que não existiam naquela época.

A primeira música “Sphere” foi originalmente feita pra ser tocada ao vivo na Performance #1, a primeira de uma série de dez shows conceituados individualmente, consistindo principalmente de música experimental. Ela foi reduzida para 10 minutos pela proposta de caber num disco. A versão original, como foi apresentada na Performance #1, teve 30 minutos de duração.

A segunda, “The Afterglow” é do tempo das canções do Shadows [...]. Metade dessas músicas foram originalmente planejadas pra fazerem parte do Shadows mas nós decidimos focar mais o meu lado compositor e guardar nosso material mais experimental pra esse álbum. Em “The Afterglow” Josh escreve e tocou toda a música e eu escrevi um vocal sobre a sua gravação 8 pistas original. É divertido cantar sobre uma música tão viajada em camadas. Dois baixos e duas guitarras.

A base de “Walls” foi programada em cerca de 15 minutos na manhã da Performance #5 quando nós abrimos para o Blonde Redhead em Pomona. Eu dancei e fiz vocais alguns efeitos vocais abstratos naquela noite, mas quando gravamos eu escrevi um vocal peculiar (literalmente escrito enquanto a drum machine estava gravando) Esta música viaja do passado pro futuro e depois volta.

“Communique” foi originalmente apresentada na Performance #2 no Knitting Factory, em Hollywood. Esta é uma daquelas gravações tão raras no mundo de hoje que é demorou pra gravar tanto quanto é preciso pra escutá-la. Josh cantou e tocou piano enquanto eu fiz ruídos em meu sintetizador modular e não teve edições.
“At Your Enemies” e “Surrogate People” foram ambas do tempo do Shadows. Elas foras escritas pelo Josh, com exceção dos meus vocais em “Surrogate People”. Nós estávamos descobrindo tanto sobre fazer música eletrônica naquela época e álbuns tipo Amnesiac (Radiohead), Verpertine (Björk) e Confield (Autechre) estavam sendo lançados na época que a estávamos abrindo as mentes para infinitas possibilidades dessa esfera.

A última música, chamada “My Life”. Foi originalmente apresentada na Performance #4. Como “Comunique”, “My Life” foi gravada ao vivo. Os passos no chão no fim da música sou eu, voltando para a sala de controle.

Minha amizade com Josh é algo que me sinto abençoado em ter. Ter experimentado tanta intimidade através de escutar música juntos, assim como tocar música juntos é uma das principais coisas que tem dado significado à minha vida.

Obrigado por ouvir. Há mais por vir.”
John Frusciante 


Créditos:
Duração: 38 minutos e 29 segundos 
Produzido por: John Frusciante e Josh Klinghoffer
Desenhado por: Ryan Hewitt
Mixagem: Ryan Hewitt
Assistentes: Chris Reynolds e Jason Gossman
Gravado / mixado em / Quando: Mad Dog Studios (09 à11 de abril de 2004) e no Cello Studios (14-15 de abril 2004)
Masterizado por / onde: Bernie Grundman / Bernie Grundman Mastering Hollywood, CA, E.U.A.
Design: Mike Piscitelli e John Frusciante
Foto da capa por: Lola Montes
Equipamentos por: Dave Lee
Administração: Q-Prime Inc. 

Agradecimentos: Universo Frusciante

Escute o álbum todo no YouTube:

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Curiosidades RHCP: Música "Bunker Hill" foi tocada no ano de 1998

Ao longo dos dias, será postado aqui no Blog RHCP Brasil curiosidades do Red Hot Chili Peppers ao longo de toda história da banda, contando também um pouco de curiosidades dos membros e ex-membros da banda.

A próxima curiosidade é da música "Bunker Hill", música tocada nos shows do Red Hot Chili Peppers no ano de 1998, ao qual marca a volta de John Frusciante na banda.


"Bunker Hill" é uma canção composta para o disco Californication (lançado em 1999), mas acabou sendo cortada e depois quatro anos foi lançada como o lado B do single "Fortune Faded".

A música apareceu em alguns setlists no ano de 1998, Bunker Hill era uma das pouquíssimas novidades do até então, quase pronto "Californication". No final das contas, a banda acabou retirando-a das 15 faixas escolhidas para integrar o sétimo álbum.

Em comparação, a gravação de estúdio apresenta algumas diferenças da versão ao vivo, um exemplo é a linha de percussão que foi acrescentada. 

Texto via: facebook.com/ChiliPeppersbr 

 Bunker Hill - B-Side de "Fortune Faded"  

Bunker Hill - live @ Stockton, California (1998) 

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Vintage Guitar: Guitarras favoritas do John Frusciante

Outtakes de uma seção de fotos que o John fez em 2009 para Vintage Guitar. Em destaque algumas das guitarras preferidas do John.

[...] Frusciante recentemente terminou seu último disco solo, The Empyrean - Um álbum conceitual no qual ele usou uma vasta gama de equipamentos vintages¹. Ele estava feliz em explicar seu processo criativo para a gravação das faixas e graciosamente permitiu à Vintage Guitar total acesso para olhar muitas das suas guitarras favoritas. Embora ele não se considere um colecionador, ao longo de anos Frusciante adquiriu um impressionante arsenal de instrumentos, preferindo as Stratos pré-CBS como sua escolha de guitarra tanto em palco, como em estúdio.


Fotos por Neil Zlozower:

Frusciante MainFender Stratocaster
St. George XK121969 Gibson Les Paul Custom
Gretsch White FalconRickenbacker 365 Deluxe
Gibson ES-175Gibson ES-335
ender Stratocastersmid '50
61 n Fiesta Redhis 1962 Fender Jaguar
Martin 0-15Circa 1961 Gibson SG/Les Paul Custom
Fender Bass VIPrecision Bass

Como você descreveu, há muitas atmosferas diferente, e soa como se houvessem diferentes montagens para cada canção. O que você estava usando para alcançar os sons?
John Frusciante: Tão amplamente como guitarras e efeitos, em todas as minhas gravações solo no passado, eu nunca usei o mesmo artifício que eu uso nos Chili Peppers. Nos Chili Peppers, eu sempre tenho uma Marshall Major, Marshall Jubilee, e minhas velhas Fender Stratocasters. Minha Strat principal é uma Sunburst ’62, minha segunda favorita é uma Sunburst ’57 (nota da edição: colocações sugerem que a Strat é na verdade uma ’55) e minha terceira é uma Red ’61. É interessante, a relação entre o tom quando você toca uma guitarra elétrica acusticamente e quando você toca através de um amplificador. Há definitivamente uma correlação entre como ele soa acusticamente e como ele soa através de um amplificador. Esta é minha guitarra de som mais acelerado, acusticamente e plugada. É muito acerca da maneira como ele vibra quando você toca notas diferentes. Naquela guitarra, há certas lamúrias onde você ouve um som refletido [não consegui traduzir essa frase melhor que isso]. Ela tem que fazer com as origens no passado, mas é interessante como algumas guitarras têm certos pontos de acesso nelas e certos locais parece que vibram mais que outros. É tudo coisa que dá a ela personalidade. Eu gosto de trabalhar e explorar coisas assim. Ela te dá um caminho para a viagem ao invés de apenas ter todas as opções e nenhum lugar para ir. É como ter uma liberdade sem limites, mas não saber o que fazer com ela.

Então as guitarras deste álbum foram uma daquelas três Strats e, nas partes acústicas, um Martin todo-mogno. Para amplificadores, eu estava usando ambas Major e Jubilee. Eu usei um Fender Bassman em umas poucas coisas também. Nos últimos anos eu busquei profundamente o que eu posso fazer com uma Marshall e uma Strat, tão amplamente quanto feedback, tom, e coisas como pedais wah. Pelo fato de estar entre sintetizadores, eu comecei a aproximar as ferramentas na configuração básica de uma guitarra com distorção, wah, barra whammy, e amplificação. Eu comecei realmente a procurar aquilo como parâmetros, assim como knobs em um sintetizador. Apenas há maneiras de produzir sons diferentes. Para este, eu quis usar o mesmo mecanismo que uso nos Chili Peppers, porque esta é a parte de mim que eu tenho posto no maior tempo de desenvolvimento.

Fonte: Universo Frusciante

Matéria: "Músicos que você deveria conhecer: John Frusciante"

Matéria publicada por Carlos Eduardo do site lounge.obviousmag.org.

Nunca foi um simples guitarrista, de uma simples banda. Sua introspecção e visão do universo ao seu redor cativou aqueles que tiveram o privilégio de ver por seus olhos, palavras e riffs o quanto enigmático e detalhista é ser um Ser Humano neste Universo.


John Anthony Frusciante, nova iorquino, nascido no dia 5 de Março de 1970. Homem de aspecto simples, mas rodeado de pontos de vista diferenciados. Aos 18 anos se torna guitarrista da aclamada banda Red Hot Chili Peppers. Por três vezes seu trabalho foi reconhecido entre os melhores guitarristas da história. O que torna esse "rockstar" diferente dos outros?


Há um bom tempo a indústria fonográfica percebeu que a grande massa consome o que lhe for servido. A quanto tempo você não vê grandes artistas nascendo em uma mesma época? É um ou outro que acaba ditando "o que é a música do momento". Tangenciando tudo isso há milhares de artistas que destilam suas almas em notas com a esperança de mostrarem um novo ponto de vista sobre o que é vivido e o que certamente se viverá, tudo isso às margens do que nos é apresentado pela mídia. John fora o Red Hot Chili Peppers possuí 14 álbuns gravados. Neles encontramos um resumo de sua existência até os dias atuais, uma vida regrada a heroína, a desilusão entre a expressão do que se sente gerando dinheiro e fama, a luta contra a heroína e a incompreensão, a imersão no auto conhecimento, a esperança e alegria dos primeiros resultados positivos sobre o viver, o declamar de conselhos para crises existenciais e muitos outras situações que vivemos todos os dias, mas censuramos porque não podemos sentir, disseram um dia que seríamos fracos se o fizesse.


Sua música mesmo com todo o teor introspectivo que já é comum de se encontrar, também possuí detalhes curiosos: ele é fanho. Dificilmente você acreditará se relembrar as músicas do Red Hot, mas lembre se que ele realizava a segunda voz e back vocals apenas. Com uma voz aveludada, palavras que sofrem a sair entre os dentes apenas agregaram em sua musicalidade, um feito para poucos. O que dizer sobre sua técnica como guitarrista? Poucos conseguiram colocar tanta energia, brilho e sentimentalismo em cada nota como ele. Muitas vezes o estilo de John é lembrado ao eterno Jimi Hendrix, acho que não é necessário mais nenhum comentário sobre.

A melhor forma de conhecer e principalmente sentir a música é ouvindo de mente e coração abertos. Abaixo deixarei mais algumas músicas deste notável músico e esperar que assim como eu o deixe cantar os acontecimentos da sua vida...


Para ver a matéria completa: Lounge.obviousmag.org