terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Review: Entrevista de Josh Klinghoffer para o Time Out Tokio - Fevereiro/2015


sábado, 12 de março de 2016

Review: Entrevista de Josh Klinghoffer para o Time Out Tokio - Fevereiro/2015

Dot Hacker no Japão - Fevereiro/2015
O guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Josh Klinghoffer, esteve com seu grupo Dot Hacker em Tóquio onde realizou dois shows nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2015 e o site Time Out Tokio conversou com Josh Klinghoffer.

Matéria postada no site Time Out Tokio e traduzida pelo site RHCP Brasil.

Dizer que o Josh Klinghoffer é um homem ocupado seria um eufemismo. Desde 2009 ele está conciliando papéis como o guitarrista do Red Hot Chili Peppers e o frontman da Dot Hacker, banda que ele formou em 2008 junto com Clint Walsh, Jonathan Hischke e Eric Gardner. Todos são muito ocupados, de fato. Ao todo, os membros do Dot Hacker possuem uma impressionante variedade de shows secundários com bandas como Gnarls Barkley, The Shins, Tom Morello, Beck e Broken Bells, para citar alguns.

E ainda lançaram dois álbuns: “Inhibition” e “How’s Your Process”, que foi dividido em duas partes: “How’s Your Process? (Work) e “How’s Your Process? (Play). Eles também encontraram tempo para sair em turnê, e ainda esse mês eles irão fazer dois shows em Tóquio. Conversamos com Josh sobre balancear os compromissos, músicas e sobre a imagem de um caracol em um mamilo, capa do último álbum da banda.

Ir de guitarrista a frontman. Você sentiu como se estivesse saindo da sua zona de conforto?
Eu acho que não tenho uma zona de conforto desde que eu era criança. Desde que eu comecei a tocar guitarra, eu tenho me esforçado muito para cumprir as responsabilidades.

Você acha que essa mudança impactou seu papel como guitarrista do Red Hot Chili Peppers?
Eu gosto de ter as responsabilidades em ser um cantor e compositor. Eu acho que isso permite que eu entenda o processo do Anthony, mais do que eu poderia se eu não tivesse situações parecidas para comparar. Responsabilidades parecidas. Quanto mais experiência você tem trabalhando e criando com pessoas diferentes, melhor você consegue entender e se relacionar com as pessoas ao seu redor. Sou sortudo em ter duas bandas muito diferentes onde eu possa ganhar experiência.

Você e os membros da sua banda possuem outros compromissos. O que acontece se alguém tiver que ceder?
Ninguém vai ter que ceder. Não vejo ninguém segurando uma arma e obrigando a fazer uma escolha entre as duas bandas.

A Dot Hacker tem sido chamada de banda de “rock experimental”, mas você descreve algumas de suas músicas como pop, e tem várias influências musicais nos seus álbuns. Para os obsessivos por gêneros, como você resume o som?
O que seria “obsessivos por gêneros”? Isso parece o tipo de pessoa com quem eu argumentaria até o nascer do sol. Se nossa música não tiver um impacto nas pessoas, isso provavelmente significa que elas não precisam ouvir de novo. Eu sou um “contra gêneros”. Eles me deixam enjoado.

Qual o significado do caracol em um mamilo, que fez você escolher essa imagem para a capa do álbum?
Você está perguntando qual foi o nosso processo para escolher essa imagem para a capa? Como foi o nosso processo? Como foi o nosso processo? Exatamente.

Para o (Work) e (Play), vocês escreveram todas as músicas primeiro, e somente depois dividiram em dois álbuns. Mas você conseguiu organizá-los de uma maneira que cada álbum tem uma sensação diferente. Como você fez isso?
Todas as músicas foram gravadas e terminadas antes da decisão de lançar dois álbuns. Originalmente estávamos planejando escolher 45 minutos de música. Isso se tornou muito difícil para nós em decidir o que iria ficar de fora. Jonathan sugeriu a ideia de lançar dois álbuns. Não me lembro de haver muita discussão sobre qual música iria para cada álbum. Eu acho que o (Play) foi o primeiro, não lembro direito. O primeiro é meio que as músicas consideradas por todos o centro do álbum. O exemplo de criança. O segundo é como se fosse uma criança estranha que diz coisas que ninguém entende, mas que soa como você e faz sentido depois. Isso faz sentido? Quem sabe?

Essa vai ser a sua primeira vez tocando em Tóquio com o Dot Hacker, mas você já tocou lá com o RHCP. Como você se sente?
Eu amo. Absolutamente amo. Já estive lá algumas vezes e tive ótimas experiências. Estou feliz que não seja em julho, e estou ansioso para encontrar o máximo de pessoas que eu puder.

Créditos da entrevista: Time Out Tokio
Tradução e publicação da entrevista: RHCP Brasil

Dave Lee: O Homem atrás da Cortina - Guitarist Magazine (Junho/2003)

O Técnico de Guitarra - Dave Lee nunca perde um show dos Chili Peppers. Ele não pode se dar ao luxo, ele é o homem responsável por toda parafernália de John Frusciante.
Em 1988, Dave Lee estava gastando todo seu tempo em trabalhos de construção. Mas quando ele quase cortou o polegar em um acidente ele viu que era hora de uma mudança ...
Então, Dave, como você começou nisto?
Naquela época, um amigo meu estava trabalhando para RATT como técnico de guitarra e ele sugeriu que eu entrasse na profissão. E eu me juntei com a banda King Diamond e eu comecei a ajudar configurar os sistema de monitor. Então, quando despediram o técnico de baixo eu parecia ser a escolha óbvia.
Após a turnê acabar, um outro amigo meu que tem um estúdio de ensaio em North Hollywood, me indicou a um cara que me conseguiu um emprego no Faith No More. Eles ainda não tinham chegado ao ápice da carreira. Comecei a trabalhar para eles e para o gerente também - que conseguiu um emprego temporário em outras bandas pra mim, então eu fui dali para todos os tipos de bandas diferentes.
Eventualmente, um cara com quem eu tinha trabalhado começou a trabalhar para os Chili Peppers, com o Flea. Dave Navarro não tinha um técnico no momento porque o cara que estava trabalhando com ele estava trabalhando para um outro cara, depois que o Jane's Addiction tinha terminado, então entrei e ajudei ele por um tempo, Dave saiu e John entrou e eu fiquei sendo o seu técnico.
O que você faz quando a turnê acaba?
Durante os últimos quatro anos e meio os Chili Peppers tem trabalhado muito, há muito pouco tempo de pausa, quando eles não estão trabalhando. Eu trabalho com John no estúdio também, fazendo seus discos solo e shows. Ele gravou To Record Only Water For Ten Days e tocou em alguns shows acústicos recentemente, e John é um daqueles caras que apenas gosta de trabalhar, o que me mantém em tempo integral empregado. Eu conto com as minhas bênçãos para isso. O ambiente de trabalho com os Chili Peppers é grande. Eles são pessoas muito atenciosas e são mais do que esta coisa de 'rock star'.
Como é que os outros caras se sentem sobre John fazer seu trabalho solo?
Eles estiveram tão ocupados e ficaram contentes por ele continuar trabalhando, enquanto eles têm um pouco de tempo para descansar.
Que tipo de coisa que seu trabalho envolve no dia-a-dia?
Principalmente mantendo as coisas e mudando as cordas. Eu mudo as cordas de cada guitarra para cada show. As guitarras de John estão sujeitas a várias ações e eu tenho uma maneira particular de travar as cordas nas tarraxas Kluson. John executa muitos bends e então eu tenho que ter certeza de as cordas são esticadas realmente. Não temos muita dificuldade considerando que o equipamento de John é vintage. Eu uso três afinadores de guitarra; um Peterson Virtual Strobe, um BOSS TU-12 e um Korg. Você tem que ter certeza, certo?
Como a guitarra de John é regulada?
Não é muito grave. Alguns caras regulam bem grave, mas a dele é bem aguda.
                                           Então, como é um dia típico para você?
Depois de cada show eu vou falar com John e pergunto se há alguma coisa em particular que ele percebeu que talvez precise ser mudado ou melhorado. Eu configuro todos os equipamentos e os verifico durante o dia. A banda não tem soundcheck, talvez apenas um em uma vez durante meses. Eles preferem simplesmente entrar e tocar, a menos que haja algum tipo de problema de som que precisam conferir ou em algum outro tipo de evento. De modo geral eles simplesmente não tem soundcheck.
Parece que John é quem manda nos novos álbuns?
Mais do que isso tem a ver com o grupo - confiar nas opiniões. Tipo John não tem uma chave para o que é boa idéia e que não é e por isso que eles se ouvem. Existem tantas bandas de hoje que eu não acho que sejam boas e é bom ver uma banda que simplesmente toca, indo tão bem.

Qual é o set dessa turnê?
Obviamente eles estão jogando coisas dos dois últimos registros e Blood Sugar, mas houve muitas jam's recentemente. Eles vão rebentar em alguma do James Brown e coisas assim. Eles estavam se divertindo em Londres, porque grandes heróis de John estavam lá, cara. Jimmy Page estava lá, Jeff Beck estava lá, Radiohead estavam lá , assim que John estava pondo tudo pra fora. Foi muito divertido , porque no meio de um solo de você ouviria The Train Kept A Rollin' do The Yardbirds e todo esse tipo de coisa. Os caras usavam isso nas jam's entre as músicas.
Normalmente Anthony escreve o set-list e depois eu vou e passo para John para que eu me certifique de que ele vai receber a guitarra certa para músicas. Por exemplo, em Soul To Squeeze ele gosta de usar uma Strat - tem que estar atento para a que ela já esteja afinada antes que ele a receba e ele não vai usa-lá na música anterior a essa, porque ele toca muito forte e ele quer ter certeza de que ela foi afinada momentos antes. Nós também temos que ter certeza de que a música antes que essa vai ser uma canção Tele ou outra guitarra, para que eu tenha a Strato para entregar a ele. A única vez que existe um problema é se eles mudam de ideia de repente no meio do set e fazem algo que eu não estava esperando.
Deve ser assustador ver John tocar essas guitarras vintage com tanta força todas as noites?
Eu continuo tentando convencer John a tocar as guitarras Relic que a Fender faz, mas ele gosta de toda a vida que um instrumento vintage tem - a história dele e todas as músicas que ele tocou. Porém Flea tem um desses baixos Jaco Pastorius - aquele relic one. Cada pequeno detalhe nessa coisa é o mesmo que no original. Enviei a Fender Custom Shop algumas fotos da '62 Strato de John porque havia um cara chamado Jake, que estava trabalhando no estúdio com a gente, que queria uma guitarra assim. Então, ele ia pedir a Fender para fazer uma igual. Parece ser um modelo bem legal para construir.
Dave Lee no palco com os Chili Peppers
"Todos, exceto Chad - usam in-ear monitors. Dessa forma eles podem ouvir tudo e ouvi-los mais altos. Meu mix é o mesmo que John para que eu possa ouvir exatamente o que ele está ouvindo e se algo soa estranho eu possa corrigir o mais rápido . Eu me lembro do Woodstock, antes de ter o in-ear monitors ele não estava percebendo o quão alto ele estava tocando. Quando começamos a fazer festivais e outras coisas que ele queria sair da frente do palco e ir para os lados e ele estava usando um cabo longo. Com isso começou a perder sinal durante esse tempo, por isso fomos para o sistema sem fio da Shure. Quando John voltou à banda ele não estava pulando em todo lugar no palco, mas eu o ouvi dizer uma vez que ele estava praticando dança e desde então ele está começando a sair mais no palco, o sistema wireless realmente ajuda se mover com mais facilidade pelo palco. Flea acabou recentemente mudando para esse sistema sem fio nessa turnê e está funcionando muito bem para nós."
Amplificadores usados para o Rock
"John usa um amplificador Marshall Major 200W com válvulas KT88 e um Silver Jubilee, juntos. Os amplificadores são usados simultaneamente através de um BOSS Chorus CE-1 onde o sinal entra em mono e sai em estéreo. Então, dessa forma se o chorus está ligado ou não o sinal fica dividido para os dois cabeçotes. O Silver Jubilee é apenas um pouco sujo no volume que usamos."
"Os cabeçotes Marshall Major são difíceis de se encontrar, fomos capazes de encontrar somente três e nos conhecemos um cara chamado Mike Hill, que trabalhava na Marshall e ele nos disse que eles só fizeram cerca de 100 amplificadores desse - entre 1969 -1973. Eles são especiais porque em 200W você estar no seu volume máximo e ainda ele é realmente limpo. É basicamente como um amplificador de baixo. John soa tão limpo, com toda distorção ou overdrive é seu jeito de tocar a guitarra com os diferentes pedais. Se algo der errado e eu tenho que tirar o cabeçote Marshall para conferir, e - em seguida, quando você o coloca de volta, você realmente tem que regular ele tudo de volta. Você não pode simplesmente marcar os números que usa nele e os por novamente, porque do jeito que está configurado, o jeito que nós o usamos através das entradas significa que ele tem que ser corretamente regulado ou vai se tornar muito distorcido ou não vai ser enérgico o suficiente - mudando todo o timbre - ele é muito instável. Você tem que configurá-lo cerca de quatro vezes para encontrar o ponto certo. Eu estou acostumado com isso agora. "
Dicas Técnicas
1) "Eu uso baterias em um monte de pedais, porque funcionam mais silenciosamente. Eu testo as baterias todos os dias e as jogo fora se houver menos de 9,1 volts. Eu tento não jogar fora as baterias que estão boas, porque isso é ruim para o meio ambiente. Baterias são entre 9,5-9,6 Volts. Os MXR micro amps não gastam nem um pouco da bateria [O consumo desse pedal e de 2,5mA]."
2) "Todo o equipamento com fio é Monster Cables. Eles soam bem e duram bem."
3) "Eu lubrifico as guitarras com um produto chamado Guitar Grease. Isso é tipo uma graxa. Eu costumava usar Teflon mas este Grease é melhor. John usa o Tremolo muito. Se eu não usar este material John não iria conseguir fazer isso nunca."
As Palhetas
"John usa as Jim Dunlop 0,60 milímetros - laranjas. Existe uma história engraçada ligada a essas palhetas. O cara que faz elas estava perguntando se John queria uma personalizada e John achou isso engraçado, tipo foi um pouco rockstar demais, sabe? Então, quando nós estávamos na América do Sul estávamos em um aeroporto e um garoto viu a banda e, em seguida, ele olhou para mim e disse: Você é Dave Lee, o cara de John [Dave Lee, guy of John]. A história chegou ao cara que fabrica as palhetas e ele fez algumas com isso."
Guitarist Magazine - Junho/2003
Raphael de Andrade - John Frusciante effects
www.facebook.com/jfeffects

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Red Hot Chili Peppers live @ Washington, D.C - 14/06/1998

RHCP conversando com Eddie Vedder no backstage do show
O ano de 1998 foi marcado por um fato histórico na vida do Red Hot Chili Peppers, em especial na vida do virtuoso e talentoso guitarrista John Frusciante.

Além do Red Hot Chili Peppers recrutar John Frusciante de volta na banda, John estaria voltando a ser o John de antigamente, além de estar salvo do vício ao qual quase tirou sua vida durante os difíceis anos longe da banda (1992-1997).

Em 1998 a banda fez poucos shows pelo fato de estarem se preparando pro lançamento do álbum Californication no ano seguinte, mas um show que ficou marcado na história da banda foi no dia 14 de junho de 1998 em Washington, D.C ao qual  você pode até mesmo ler sobre isto na autobiografia de Anthony. Houve uma grande tempestade chegando e o show do Red Hot Chili Peppers seria cancelado, mas o grupo Pearl Jam foram solitários com a causa e permitiu que os Chili Peppers tocassem durante parte do show. Aqui está uma nota feita sobre o ocorrido:

"O RHCP realmente tocou no tempo do Pearl Jam! Foi uma loucura. Pearl Jam apenas entregou-lhes os seus instrumentos. [...] A razão do show do RHCP ter sido cortado é porque um dia antes um raio atingiu o estádio e eles cancelaram o show nesse ponto e o Red Hot Chili Peppers não tinha tocado ainda!"

Além disso, esta foi a primeira performance ao vivo verdadeiramente de John depois de voltar a banda - eles só tinha tocado um pequeno show de rádio antes.

Os Chili Peppers tocaram três músicas do álbum Blood Sugar Sex Magik: "Give It Away", "Under The Bridge" e "The Power Of Equality" e o produtor Rick Rubin estava assistindo o show, como vocês podem ver no vídeo abaixo:

Vídeo completo do show do Red Hot Chili Peppers:


Agradecimento pela foto: Facebook.com/JohnFruscianteBrasil

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Review: Anthony Kiedis na edição 150 de colecionador da revista "Zealand Surf Magazine" - Março de 2013

Matéria publicada em março de 2013 aqui no blog.

Fotos do Anthony Kiedis por Cory Scott em destaque na edição 150 de colecionador da revista "Zealand Surf Magazine".

Anthony Kiedis esteve recentemente na Nova Zelândia para dois shows com os Red Hot Chili Peppers no Vector Arena na Nova Zelandia, e uma semana antes disso, Anthony passou a semana dando entrevistas falando do seu amor ao surf e tirando fotos para o destaque na edição 150 de colecionador da revista "Zealand Surf Magazine", que deve sair em março de 2013.

Fotos:






sábado, 18 de fevereiro de 2017

Red Hot Chili Peppers live @ New York, New York - 18/02/2017


Show do Red Hot Chili Peppers no Madison Square Garden em New York, New York, Estados Unidos da América, no dia 18 de fevereiro de 2017.

Setlist:

1. Can't Stop 
2. Dani California 
3. Scar Tissue 
4. Dark Necessities 
5. Hard to Concentrate 
6. Me and My Friends 
7. Go Robot
8. Californication
9. Look Around
10. Don't Forget Me 
11. The Longest Wave 
12. Suck My Kiss 
13. Under the Bridge 
14. By the Way
Encore:
15. Goodbye Angels 
16. Give It Away

Fotos:











Vídeos:

Me & My Friends @ New York, New York - 18/02/2017

Goodbye Angels @ New York, New York - 18/02/2017

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Red Hot Chili Peppers live @ New York, New York - 17/02/2017


Show do Red Hot Chili Peppers no Madison Square Garden em New York, New York, Estados Unidos da América, no dia 17 de fevereiro de 2017.

Setlist:

1. Around the World 
2. Otherside 
3. Snow ((Hey Oh))
4. Dark Necessities 
5. Hey 
6. Look Around 
7. Go Robot 
8. Californication 
9. What Is Soul 
10. I Like Dirt 
11. Aeroplane 
12. Dreams Of A Samurai
13. Higher Ground 
14. Soul To Squeeze 
15. By The Way 
Encore:
16. Goodbye Angels 
17. Give It Away

Fotos:








Vídeos:

Intro Jam & Around The World @ New York, New York - 17/02/2017

I like Dirt @ New York, New York - 17/02/2017

Higher Ground @ New York, New York - 17/02/2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Red Hot Chili Peppers live @ New York, New York - 15/02/2017


Show do Red Hot Chili Peppers no Madison Square Garden em New York, New York, Estados Unidos da América, no dia 15 de fevereiro de 2017.

Setlist:

1. Can't Stop
2. Dani California
3. The Zephyr Song
4. Dark Necessities
5. The Adventures Of Rain Dance Maggie
6. Right On Time
7. Go Robot
8. Californication
9. Sick Love
10. Search And Destroy
11. The Getaway
12. Suck My Kiss
13. Under The Bridge
14. By The Way
Encore:
15. Goodbye Angels
16. Give It Away

Fotos:
















Vídeos:

Dani California @ New York, New York - 15/02/2017

The Zephyr Song @ New York, New York - 15/02/2017

Give It Away @ New York, New York - 15/02/2017

Chickenfoot lança clipe da nova música "Divine Termination"


O supergrupo Chickenfoot, criado por Sammy Hagar, Michael Anthony, Joe Satriani e Chad Smith, irá lançar um novo álbum ao vivo intitulado "BEST + LIVE". Juntamente com este lançamento, é incluído uma nova música chamada "Divine Termination". O álbum será lançado no próximo dia 10/03/2017.

O clipe da nova música foi liberada pelo canal oficial da banda no YouTube:


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Red Hot Chili Peppers live @ Philadelphia, Pennsylvania - 13/02/2017


Show do Red Hot Chili Peppers na arena Wells Fargo Center em Philadelphia, Pennsylvania, Estados Unidos da América, no dia 13 de fevereiro de 2017.

Setlist:

1. Can't Stop
2. Dani California
3. Scar Tissue
4. Dark Necessities
5. Hey
6. Out In L.A. (Tease)
7. Factory Of Faith
8. Go Robot
9. Californication
10. What Is Soul?
11. Sick Love
12. Sir Psycho Sexy
13. They're Red Hot
14. Detroit
15. Higher Ground
16. Soul To Squeeze
17. By The Way
Encore:
18. Goodbye Angels
19. Give It Away

Fotos:














Vídeos:

Out In L.A. & Factory Of Faith @ Philadelphia, Pennsylvania - 13/02/2017

What Is Soul? & Sick Love @ Philadelphia, Pennsylvania - 13/02/2017