quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Red Hot Chili Peppers - Sick Love [OFFICIAL VIDEO]

Hoje, 05 de dezembro de 2018, o videoclipe de "Sick Love" completa 02 anos de lançamento. O videoclipe foi lançado no dia 05 de dezembro de 2016 e foi dirigido por Beth Jeans Hougton, ilustrado por Joseph Brett e Beth Jeans Hougton, com a produção de Devin Sarno.

domingo, 2 de dezembro de 2018

Fotos originais para a capa do álbum do John Frusciante: "The Empyrean"

Foto original que serviu para montagem da capa do The Empyrean.

John Frusciante by Sarah Sitkin


A capa e as fotos foram feitas pela fotografa Sarah Sitkin.

sábado, 1 de dezembro de 2018

Red Hot Chili Peppers - The Zephyr Song [Official Music Video]

Hoje, 01 de dezembro de 2018, o videoclipe de "The Zephyr Song'" completa 16 anos de lançamento. O vídeo foi lançado em 01 de dezembro de 2002 e foi dirigido por Jonathan Dayton e Valerie Faris.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Red Hot Chili Peppers - Hump De Bump live @ Guggenheim Museum, Bilbao, Spain - 2006

De acordo com o guitarrista John Frusciante, a música Hump De Bump seria: "A velha canção do Red Hot, American Ghost Dance, tem praticamente a mesma linha de baixo. É tipo a segunda parte. Flea tocou trompete nela, o que é ótimo, então, eu não senti que nós estávamos depravando o mundo de um grande tocador de trompete."


Vale a pena ver o vídeo da apresentação da música durante o show do Red Hot Chili Peppers no Guggenheim Museum, Bilbao, Spain no ano de 2006.

Review: Anthony Kiedis relembrou momentos de John Frusciante no Red Hot Chili Peppers (Nov/2014)

Matéria publicada em dezembro de 2014.

Durante a presença do vocalista Anthony Kiedis no Barnes & Noble Union Square em New York para divulgar o livro "Fandemonium" juntamente com David Mushegain, Anthony Kiedis falou sobre diversos temas, entre eles que Rick Rubin não será o produtor no novo álbum dos Chili Peppers e falou também sobre o ex guitarrista da banda, o memorável e querido guitarrista John Frusciante.

"Deveria ter sido extremamente difícil, mas foi muito fácil. Havia algo nele que estava além do fã típico, porque ele também era fã de muitos outros músicos, nós não éramos seu foco principal. Nós éramos um dos tantos artistas que o inspiravam para criar música das mais diferentes maneiras que ele havia estudado, mas ele havia feito o mesmo com Frank Zappa e tantos outros. Quanto mais o conhecia, mais aprendi sobre a profundidade do seu conhecimento musical. Ele não era vivo tempo o suficiente para aprender sobre tudo aquilo, mas aprendeu. A transição foi que nós éramos indivíduos arrogantes naquele ponto de nossas vidas, jovens, estúpidos, rudes e egoístas."


"Éramos pequenos idiotas, para falar a verdade, e depois crescemos, e ainda bem que as pessoas não nos largaram. Mas ele tornou tudo fácil, divertido, ele era um verdadeiro estudante de música e arranjos. Eu só precisava lhe mostrar uma ideia minúscula para uma música, tipo 'eu tenho esse verso, tenho essa melodia,' e ele falava, 'ótimo! vamos para o quintal e terminamos a canção.' De alguma maneira essa barreira dele ser um fã não existia, ela desapareceu assim que nos cumprimentamos e começamos a tocar."

Em relação à dificuldade de Frusciante em encarar a fama, de certa forma, repentina, o vocalista justificou: 

"Ele era jovem, bonito, talentoso e de repente tinha algum dinheiro no bolso. Eu acho que esse nível de adoração é difícil para seres humanos, eu não acho que ninguém receba essa quantidade de adoração e lide bem com ela. É estranho, você se torna egoísta, cheio de si, porque todo mundo está te dando atenção. Não tem como ninguém lidar direito com isso. Algumas pessoas acabam morrendo por causa disso, como jovens atores, 'você é o melhor de todos os tempos. Oh – você passa pela puberdade então.' É algo muito difícil, e acho que foi difícil para John, acho que o acertou de maneira pesada."


"Não acho que ele tenha sido preparado para tudo isso, tanta coisa ficou estranha e mudou tão rápido. Fizemos muito em pouco tempo, e tudo se evaporou rapidamente, aí ele voltou e fizemos mais um monte de coisas.Nós claramente fomos feitos para compor música juntos, e escrever letras juntos, e ter as experiências caóticas que tivemos. Sempre serei grato e irei me considerar um homem de sorte por ter conhecido essa pessoa com quem eu posso sentar para escrever músicas de uma maneira tão fácil."

Agradecimentos: Alternative Nation e radiocidade.fm.

Review: Fotos da era "I'm With You" em 2011 pelo fotógrafo Stephane Sednaoui

Matéria publicada em janeiro de 2012.

Foi divulgado 125 fotos do fotógrafo Stéphane Sednaoui da era "I'm With You" do Red Hot Chili Peppers em 2011. As fotos foram extraídas em seu tamanho original do vídeo Photo Shoot publicado no site SkinFlicks.tv.

Stéphane Sednaoui é um fotógrafo francês-americano, diretor e produtor, cujo trabalho inclui vídeos de música, projetos de arte, ensaios fotográficos, fotografia de retrato, fotografia de moda e fotojornalismo.

Sednaoui dirigiu os clipes de Give It Away (1991), Breaking The Girl (1992), Scar Tissue (1999) e Around The World (1999). Ele ganhou um MTV Video Music Award em 1992 para o vídeo Give It Away.

Três das fotos tiradas durante esta sessão de fotos foram usadas por um artigo de uma de entrevista sobre o Red Hot Chili Peppers a partir de Outubro de 2011. A foto da banda sentados juntos também foi usada no encarte álbum "I'm With You".

Vejam algumas fotos:



















Para ver todas as fotosStadium-Arcadium.com

Vejam o vídeo com as fotos:

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

05 anos de lançamento do LP de vinil duplo "I'm Beside You"


O Red Hot Chili Peppers lançou no dia 29 de novembro de 2013 o “I’m Beside You”, uma edição limitada de LP de vinil duplo ao qual apresenta 17 b-sides gravadas durante a “I’m With You Sessions”.

Como parte do Record Store Day, “I’m Beside You” esteve disponível apenas em sua loja de discos local.

Side A
1. Strange Man
2. Long Progression
3. Magpies on Fire
4. Victorian Machinery

Side B
5. Never Is A Long Time
6. Love of Your Life
7. The Sunset Sleeps
8. Hometown Gypsy
9. Pink as Floyd

Side C
10. Your Eyes Girl
11. In Love Dying
12. Catch My Death
13. How It Ends

Side D
14. Brave From Afar
15. This Is The Kitt
16. Hanalei
17. Open/Close

Review: NME elege as 10 melhores músicas do Red Hot Chili Peppers

Matéria publicada em maio de 2012 aqui no blog.


O site do semanário britânico "New Musical Express" elaborou uma relação com as 10 melhores músicas do Red Hot Chili Peppers, num vídeo de pouco mais de cinco minutos. 

"Give It Away", do álbum "Blood Sugar Sex Magik", de 1991, ficou em primeiro lugar. Em compensação, o disco "Californication", de 1999, colocou três faixas na lista. Clique aqui para assistir ao vídeo, com texto em inglês, e veja abaixo a lista das melhores músicas do Red Hot, segundo o "NME": 

1- Give It Away (Blood Sugar Sex Magik, 1991)
2- Under The Bridge (Blood Sugar Sex Magik, 1991)
3- By The Way (By The Way, 2002)
4- Californication (Californication, 1999)
5- Higher Ground (Mother's Milk, 1989)
6- Can’t Stop (By The Way, 2002)
7- Dani California (Stadium Arcadium, 2006)
8- Scar Tissue (Californication, 1999)
9- Aeroplane (One Hot Minute, 1995)
10- Otherside (Californication, 1999)

Review: Making of do clipe "Fortune Faded" - 2003


Foi divulgado no YouTube o making of do clipe Fortune Faded, dirigido por Laurent Briet e lançado junto com o álbum "Greatest Hits", uma compilação com os grandes sucessos da banda ao longo da carreira. Junto com Fortune Faded, outra música inédita do cd foi Save The Population.

Red Hot Chili Peppers - Making of Fortune Faded - Part 1/2


Red Hot Chili Peppers - Making of Fortune Faded - Part 2/2

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Review: Significado das músicas do Stadium Arcadium por John Frusciante e Anthony Kiedis

O vocalista Anthony Kiedis e o ex-guitarrista John Frusciante explicaram o significado das músicas do álbum Stadium Arcadium, marcado por ser o último com John na guitarra, é o nono álbum de estúdio da banda Red Hot Chili Peppers, lançado em 5 de maio de 2006 através da Warner Bros. Records. O álbum ganhou sete indicações ao Grammy Award em 2007, incluindo um prêmio de Melhor Álbum de Rock. Foi o maior número de indicações que a banda acumulou em seus 25 anos de carreira. 

Jupiter

Dani California: 
AK: Eu quis dar continuidade à estória de Dani (que apareceu no Californication e no By The Way). Ela é a filha de um policial sulista - uma garota de mente criminosa que prospera em uma catástrofe, mas desta vez ela conhece seu fim.

Snow ((Hey Oh)):
AK: Pessoalmente, minha favorita. A letra diz (juntamente com o refrão 'I really can't go to that well no more') que nunca é tarde para mudar a sua vida, por mais fodido, sujo e destruído você estiver. Uma camada fresca de neve sempre pode cair e tornar o chão sujo em puro.

Charlie: 
AK: Charlie é a sua imaginação, um espírito que vive em sua mente. Ou poderia ser uma garota ou talvez cocaína. A cocaína não foi a inspiração, mas algumas pessoas pensam que foi. 

Stadium Arcadium:
AK: É sobre um tipo de sentimento religioso quando a banda e os fãs se tornam um só. Que nem quando eu fui ver Jah Wobble e PIL em 1979. Esta é a minha primeira memóriade uma experiência quase-religiosa em um show. E anos depois aquela porra de banda tentou roubar nosso baixista! 

Hump De Bump:
John: A velha canção do Red Hot, American Ghost Dance, tem praticamente a mesma linha de baixo. É tipo a segunda parte. Flea tocou trompete nela, o que é ótimo, então, eu não senti que nós estávamos depravando o mundo de um grande tocador de trompete. 

She's Only 18:
AK: É sobre uma garota que nasceu nos anos 80 e não gosta dos Rolling Stones. A partir daí a estór ia se desenvolve totalmente randomicamente. Tem o melhor solo de guitarra do John que você pode ouvir ficando auditivamente excitado pelo o que ele está fazendo. 

Slow Cheetah:
AK: "Esta foi inspirada na minha ex, Yohanna. Ela se parecia como uma onça. É sobre a euforia de todas as experiências da vida, até mesmo as ruins."

Warlocks: 
John: Eu gosto desse principalmente pelo título. Soa como uma coisa meio Led Zepellin ou Rush, ou algo parecido. Este é o problema com as bandas de hoje. Eles querem ser o Joy Division. Eu amo Joy Division. Mas as pessoas precisam adicionar algo novo. 

C'mon, Girl:
AK: Eu estou olhando para os meus dias de loucuras no passado e avaliando o preço.

Wet Sand:
AK: É sobre um cara que acredita na criação divina discutindo com uma garota, um trem desgovernado que acredita na evolução. Eles discutem e não conseguem se reconciliar. 

Hey:
AK: A canção chave. Ela te leva ao lugar de antes de você nascer e depois que você morre. É sobre colocar pra fora aquela coisa que você tem estado dependente mas ela tem te matado.



Mars
Desecration Smile:
John: Isto soa como The Eagles? Eu não tenho interesse pelo som do Eagles. Em termos de harmonia, eu prefiro os Beach Boys. Muitas pessoas estão notando as palavras religiosas de Anthony, mas ele não tem ido à Igreja, pelo que eu saiba.

Tell Me Baby:
John: Um semi-rap old school no estilo Chili Peppers. Kiedis, completamente num estilo Casanova perguntando, "Me diga, garota, você está sozinha?", dá à música um tom de um jantar calmo, seguido de Monarch Of Glen que não estavam incluídos na agenda. 

Hard To Concentrate:
AK: Eu compus essa música {com um subjetivo de casamento proposital} pro Flea pois ele encontrou uma mulher com quem ele quer estar junto para sempre."

21st Century:
AK: Quando o Bush tomou o poder, meu consolo foi, ok, nós temos um império do mal agora. Talvez isso seja bom. Às vezes você tem que acertar bem embaixo embaixo antes das pessoas preceberam que algo rpecisa ser feito. A linha 'leia-me uma escritura e eu irei retorcê-la' é uma espécia de comentário pro Bush. Mas também pra mim. 

She Looks To Me:
AK: É sobre uma garota que eu conheci há 2 anos atrás, assim que finalizei "Scar Tissue" (bio). Ela estava estava se auto-destruindo por causa das drogas. Eu estava namorando com ela e isso se tornou disfuncional. No final, eu acho que adquiri um amor paternal por ela. Ela estava em um lugar escuro e traiçoeiro e eu quis salvá-la.

Readymade: 
John: Eu memorizei nota por nota e cada detalhe de um solo de 10 minutos do Hendrix. Ele nunca repetiu a si mesmo. Eu estou tentando não repetí-lo. 

If:
John: Flea que a compôs. Eu estava numa fase Folk, escutando Steeleye Span, Fairport Convention e Joan Baez, então eu toquei um 'guitar slide' nela. Os backing vocals são como a ponta do chapéu de "Brandy", que tem os melhores arranjos de backing vocals.

Makes You Feel Better:
AK: Eu não quero soar como uma bichina mas nós fazemos as pessoas se sentirem melhor. Nós fazemos. As pessoas me param o tempo todo pra dizerem que os Chili Peppers mudaram a vida delas. Nós subimos em algo bem alto e trouxemos isso pra baixo para as pessoas.

Animal Bar:
John: O título original era Neu! porque o Flea queria escrever algo {Krautrock} naquele estilo. Eu usei um sitetizador modular na minha guitarra. Eu a terminei como Kraftwerk. Eu a fiz pra Bjork. Ela disse que a guitarra é chata e que ninguém tinha feito algo tã original. Eu vi que aquilo como um desafio.

So Much I:
John: So Much I me recorda a segunda música que fizémos com meu amigo Guy Picciotto, do Fugazi e seu estilo de tocar guitarra, mesmo achando que isso foi algo trazido pelo Flea.

Storm In A Tea Cup:
John: Esta costumava ser chamada de Public Enemy. Eles também inspiraram "Get On Top" do Californication, e são similares. É um verdadeiro ataque intenso do Red Hot, um pouco do passado.

We Believe:
John: Alguns garotos da igreja da minha mãe vieram cantar nela. Eu estou tocando guitarra bem fora do tempo dos outros instrumentos - novamente influenciado pelo Method Man (Wu-Tang Clan) e pelo GZA. Se eu paguei as crianças? Não, elas não foram pagas com dinheiro!

Turn It Again:
John: Ela foi originalmente chamada de Talking Heads por que ela me lembrava eles. Eu amo esta música porque Flea toca nela. Este foi seu primeiro instrumento antes do Punk Rock dominar sua mente.

Death Of A Martian:
John: Anthony compôs uma música sobre o Martian, cachorro do Flea que morreu. Eu estava fazendo os backing vocals para esta música quando o Anthony chegou em mim e disse que seu cachorro, Buster havia morrido. Isso foi incrivelmente emocional. Recenmetente, eu ganhei 2 gatos, Aztec e Maya, então eu sei muito bem como a morte de um animal pode ser dolorosa. 

Fonte: Universo Frusciante

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Vintage Guitar: Guitarras favoritas do John Frusciante

Outtakes de uma seção de fotos que o John fez em 2009 para Vintage Guitar. Em destaque algumas das guitarras preferidas do John.

[...] Frusciante recentemente terminou seu último disco solo, The Empyrean - Um álbum conceitual no qual ele usou uma vasta gama de equipamentos vintages¹. Ele estava feliz em explicar seu processo criativo para a gravação das faixas e graciosamente permitiu à Vintage Guitar total acesso para olhar muitas das suas guitarras favoritas. Embora ele não se considere um colecionador, ao longo de anos Frusciante adquiriu um impressionante arsenal de instrumentos, preferindo as Stratos pré-CBS como sua escolha de guitarra tanto em palco, como em estúdio.


Fotos por Neil Zlozower:

Frusciante MainFender Stratocaster
St. George XK121969 Gibson Les Paul Custom
Gretsch White FalconRickenbacker 365 Deluxe
Gibson ES-175Gibson ES-335
ender Stratocastersmid '50
61 n Fiesta Redhis 1962 Fender Jaguar
Martin 0-15Circa 1961 Gibson SG/Les Paul Custom
Fender Bass VIPrecision Bass

Como você descreveu, há muitas atmosferas diferente, e soa como se houvessem diferentes montagens para cada canção. O que você estava usando para alcançar os sons?
John Frusciante: Tão amplamente como guitarras e efeitos, em todas as minhas gravações solo no passado, eu nunca usei o mesmo artifício que eu uso nos Chili Peppers. Nos Chili Peppers, eu sempre tenho uma Marshall Major, Marshall Jubilee, e minhas velhas Fender Stratocasters. Minha Strat principal é uma Sunburst ’62, minha segunda favorita é uma Sunburst ’57 (nota da edição: colocações sugerem que a Strat é na verdade uma ’55) e minha terceira é uma Red ’61. É interessante, a relação entre o tom quando você toca uma guitarra elétrica acusticamente e quando você toca através de um amplificador. Há definitivamente uma correlação entre como ele soa acusticamente e como ele soa através de um amplificador. Esta é minha guitarra de som mais acelerado, acusticamente e plugada. É muito acerca da maneira como ele vibra quando você toca notas diferentes. Naquela guitarra, há certas lamúrias onde você ouve um som refletido [não consegui traduzir essa frase melhor que isso]. Ela tem que fazer com as origens no passado, mas é interessante como algumas guitarras têm certos pontos de acesso nelas e certos locais parece que vibram mais que outros. É tudo coisa que dá a ela personalidade. Eu gosto de trabalhar e explorar coisas assim. Ela te dá um caminho para a viagem ao invés de apenas ter todas as opções e nenhum lugar para ir. É como ter uma liberdade sem limites, mas não saber o que fazer com ela.

Então as guitarras deste álbum foram uma daquelas três Strats e, nas partes acústicas, um Martin todo-mogno. Para amplificadores, eu estava usando ambas Major e Jubilee. Eu usei um Fender Bassman em umas poucas coisas também. Nos últimos anos eu busquei profundamente o que eu posso fazer com uma Marshall e uma Strat, tão amplamente quanto feedback, tom, e coisas como pedais wah. Pelo fato de estar entre sintetizadores, eu comecei a aproximar as ferramentas na configuração básica de uma guitarra com distorção, wah, barra whammy, e amplificação. Eu comecei realmente a procurar aquilo como parâmetros, assim como knobs em um sintetizador. Apenas há maneiras de produzir sons diferentes. Para este, eu quis usar o mesmo mecanismo que uso nos Chili Peppers, porque esta é a parte de mim que eu tenho posto no maior tempo de desenvolvimento.

Fonte: Universo Frusciante